Como estudar tipos de personalidade
Do MBTI à constituição Sasang e à psicologia das cores
Há tantos testes de personalidade que é fácil perder de vista em que diferem. Veja primeiro o que um teste realmente faz, tome depois as grandes tipologias uma a uma, e poderá escolher a que lhe serve. Se você já conhece o seu tipo, leia com ele em mãos — e repare sobretudo onde outro sistema descreve você de outro jeito.
Etapa 1 · Entender as tipologias
Comece pelo que um teste de personalidade pode e não pode medir. Tome então o mais difundido, o MBTI, nos seus dois níveis: os dezesseis tipos e as funções cognitivas por baixo deles.
- 1. Aproveitar os testes de personalidade — do MBTI ao tipo sanguíneo — Reunimos por que os testes de personalidade, como MBTI, tipo sanguíneo, constituições Sasang e psicologia das cores, são divertidos, e como apreciá-los com sabedoria.
- 2. Organização completa dos 16 tipos MBTI — os quatro eixos e as combinações de personalidade — O que os quatro indicadores E/I, S/N, T/F, J/P medem e como compreender os 16 tipos agrupados em quatro grupos de temperamento.
- 3. As funções cognitivas do MBTI — o modo de operar da mente por trás das quatro letras — Por que, mesmo com as mesmas quatro letras, cada pessoa parece diferente? Olhamos o MBTI um passo mais fundo: as oito funções cognitivas e como seu arranjo modela a personalidade.
Etapa 2 · Acrescentar outros olhares
Compare lentes diferentes — incluindo o fato de que a personalidade por tipo sanguíneo não tem base científica — ao lado da constituição Sasang e da psicologia das cores. Vários olhares tornam o autoconhecimento mais completo.
- 4. Teoria da personalidade por tipo sanguíneo — o temperamento visto por A, B, O e AB — A origem da teoria da personalidade por tipo sanguíneo, amada no Leste Asiático, o temperamento representativo dos quatro tipos e a atitude correta para apreciá-la por diversão.
- 5. Constituições Sasang — corpo e personalidade pelas quatro constituições — Reunimos as características das quatro constituições — Taeyang, Taeeum, Soyang e Soeum — divididas pela medicina Sasang de Lee Je-ma, e o básico dos guias de saúde e alimentação.
- 6. Psicologia das cores — ler quem eu sou pela cor que gosto — Organizamos, pela ótica da psicologia das cores, o princípio das emoções que a pessoa sente diante das cores e as índoles reveladas pelas cores quentes, pelas cores calmas e pelas cores acromáticas.
Etapa 3 · Comparar duas pessoas
Quando já conhece os tipos, pode pôr dois lado a lado. Comece por algo familiar como a compatibilidade por tipo sanguíneo e passe depois ao quadro mais amplo que abrange o Saju, os animais do zodíaco e os nomes.
- 7. Compatibilidade por tipo sanguíneo — a afinidade entre A, B, O e AB — A é prudente, B é livre, O é franco, AB é racional. Reunimos a diversão de ler, com leveza, a textura das pessoas e suas afinidades pelo tipo sanguíneo.
- 8. Como ler a compatibilidade — do Saju às estrelas e ao MBTI — Reunimos, num só olhar, o princípio e as diferenças das várias formas de compatibilidade para ver o vínculo entre duas pessoas: compatibilidade de Saju, signos do zodíaco, signos ocidentais, nomes, tipos sanguíneos e MBTI.
Ao terminar este percurso você enxerga o que cada sistema de tipos mede — e o que não mede. Um resultado é um idioma para descrever você, e as pessoas são mais largas do que qualquer tabela de categorias. Quanto mais molduras você sobrepõe, mais claro fica que nenhuma delas contém você inteiro. Use o resultado como ponto de partida para se entender, mas não para encaixar os outros na moldura.
Quando pode mudar a ordem
Se já conhece o seu tipo, pode saltar o primeiro artigo da primeira etapa e começar pelo dos dezasseis tipos. As peças sobre compatibilidade da terceira etapa leem-se bem por si sós, mas conhecer antes os tipos faz com que repare em que eixo difere e não apenas na pontuação. As funções cognitivas parecem difíceis no primeiro encontro, por isso dar uma volta e voltar depois é inteiramente sensato. Parar em qualquer etapa deixa na mesma algo aproveitável.
O que costuma ser mal entendido
O maior mal-entendido é o de que um tipo defina quem alguém é. Duas pessoas do mesmo tipo criadas de outra maneira, e dedicadas agora a outra coisa, acabam por ser pessoas completamente distintas, e quem fica perto do centro de um eixo pode sair com outra letra conforme o dia. Convém ainda saber que a teoria da personalidade pelo grupo sanguíneo não tem base científica confirmada. Este percurso trata-a por estar muito difundida, não por ser verdadeira.
O que este percurso não abrange
O procedimento e a interpretação do instrumento oficial não são abrangidos. O que aqui se apresenta é uma maneira simples de olhar para si próprio, e é coisa distinta dos instrumentos psicológicos e dos diagnósticos usados na clínica. Nada disto está escrito para recrutamento nem para avaliação de desempenho. Filtrar pessoas pelo tipo já deu problemas reais. Um tipo é um fio para compreender alguém, não uma medida de quem serve.