Guarda-chuva
O guarda-chuva representa proteção e precaução. Levá-lo na chuva é bom presságio de contar com o amparo de alguém mesmo na dificuldade, e dividi-lo significa dividir essa dificuldade com aquela pessoa. Emprestá-lo reflete o que você deu voltando. Ele virar do avesso, ou tomar chuva sem nada, sinaliza um preparo que fica curto: hora de cuidar do que vem sendo adiado.
O guarda-chuva sai de casa nos dias em que não faz falta e fica para trás no dia em que faz. A leitura tradicional comparava o que cobre você a quem o ajuda, e lia o guarda-chuva como símbolo de um apoio. Ter ou não ter é a linha que divide.
Leituras por situação
Levar guarda-chuva na chuva
Bom sinal de que há uma mão que abriga mesmo na dificuldade. A tradição lia o que cobre você como um benfeitor. Ficar seco lê-se ainda melhor.
Dividir o guarda-chuva com alguém
Sinal de passar por aquilo e aguentar juntos. A tradição lia dividir como afeto que se aprofunda. Tome como um tempo em que um laço se aproxima.
Ser pego pela chuva sem guarda-chuva
Sinal de encontrar algo despreparado. Mais do que mau presságio, leia como um chamado a deixar as coisas prontas. Veja se há algo que de fato você não preparou.
Um guarda-chuva que vira do avesso ou quebra
Sinal de que aquilo em que você confiava fica aquém. A tradição lia a cobertura danificada como aviso de conferir de novo. Não é um chamado a desconfiar de quem o apoia.
Um guarda-chuva sonhado não anuncia o tempo real nem um acidente. É uma cena desenhada por se perguntar se algo vai abrigá-lo. Tomar chuva não fixa nada de ruim.