Buquê
O ramo da noiva representa a felicidade a passar de mão em mão e uma celebração a caminho. Apanhar o ramo é um bom sonho: um bom laço ou um fruto que chega enfim à sua vez. Atirá-lo lê-se como o tempo de entregar o que segurava e ficar mais leve. Quanto mais frescas as flores, melhor se lê; um ramo murcho não é mau presságio, mas um aviso para tratar do que adiou. Ainda assim, apanhá-lo não deixa nenhum casamento decidido, e lê-se melhor como qualquer ocasião digna de felicitação.
O buquê não tem dono fixo e passa adiante ao ser atirado, por isso o sonho lê-se como a sorte de outra pessoa a atravessar até você. A tradição onírica lia as flores como celebração e honra, de modo que o próprio gesto de dar ou receber contava como favorável. Quem apanha o ramo muda a cada festa, e é isso que faz dele um símbolo de vez e não de destino.
Leituras por situação
Apanhar o ramo
Bom sonho de um bom laço ou de um fruto que chega enfim à sua vez. A velha tradição lia receber flores como notícia agradável. Algo de bom que adiou está prestes a voltar.
Atirar o ramo
Lê-se como o tempo de entregar o que segurava e ficar mais leve. Não é uma perda, mas dar lugar a quem vem atrás. Se o coração ficou leve, leia-o com bons olhos.
Ver um ramo murcho
Não é mau presságio, mas um aviso para tratar do que adiou. Assinala algo cujo momento lhe escapou, por isso tire uma tarefa em atraso. Não custa assim tanto voltar a fazê-lo florescer.
Preparar ou escolher um ramo
Sinal de que ainda está a preparar. Significa que está a escolher o que pôr dentro, por isso em vez de correr basta ficar com aquele de que gosta.
Apanhar o ramo não deixa nenhum casamento decidido nem anuncia um casamento real. Chega com o mesmo sentido a quem já é casado e a quem não tem casamento nenhum à vista.