maiunse · Histórias do destino

As 12 casas astrológicas — os doze palcos da vida

Se você já sabe o que os signos e os planetas simbolizam, a pergunta seguinte é: em que lugar da vida essa energia se manifesta? Quem responde a isso são as casas astrológicas. Esses palcos, que dividem o céu do instante do nascimento em doze setores, definem em qual área um mesmo planeta atua. Conhecer as casas faz com que a interpretação dos signos desça a uma história de vida bem mais concreta.

O que são as casas astrológicas

As casas astrológicas são um mapa das áreas da vida que divide o céu do instante e do lugar do nascimento em doze setores. Se o signo indica a natureza da energia e o planeta indica o agente dessa energia, a casa aponta o palco em que ela se manifesta. A contagem começa no horizonte leste do nascimento e os doze setores se sucedem em ordem, cada um assumindo um tema próprio da vida, como o eu, as posses e os relacionamentos. Por isso, para levantar corretamente as casas, é preciso não só a data de nascimento, mas também a hora e o lugar.

As casas iniciais que constroem o eu

Da primeira casa às seis primeiras, tem-se em geral o campo em que o indivíduo constrói a si mesmo. A primeira casa cuida do eu e da primeira impressão; a segunda, do dinheiro e das posses; a terceira, da comunicação e do aprendizado. A quarta casa representa o lar e as raízes; a quinta, o amor, a criação e o prazer; e a sexta, o trabalho cotidiano e a saúde. Esses seis palcos ligam-se à história de crescer sendo você mesmo e de assentar suas bases.

As casas finais que encontram o mundo

Da sétima casa às seis seguintes, o campo se amplia para além de si, rumo às relações com o mundo e com os outros. A sétima casa cuida das relações e das parcerias; a oitava, dos vínculos profundos e da transformação; a nona, da filosofia, das viagens e dos mundos distantes. A décima casa representa a realização social e a carreira; a décima primeira, os amigos, a comunidade e as esperanças do futuro; e a décima segunda, o inconsciente, o mundo interior e o esvaziamento. Esses palcos finais refletem que lugar você conquista no mundo e o que nele realiza.

O Ascendente e o início das casas

O ponto de partida das doze casas é o signo que despontava no horizonte leste no instante do nascimento, ou seja, o Ascendente. O Ascendente indica a primeira impressão que os outros têm de você e a atitude com que você se aproxima da vida, e é a partir dele que se definem os setores das casas. Por isso, basta uma pequena diferença na hora do nascimento para que a distribuição das casas mude e a interpretação se altere. Conhecer o Ascendente é como abotoar o primeiro botão na leitura do próprio mapa.

Ler os signos através das casas

Conhecer as casas torna a interpretação dos signos bem mais tridimensional. Por exemplo, um mesmo Marte, se está na segunda casa, é lido como o ímpeto de conquistar recursos; se está na sétima, como a paixão nas relações. Ao observar em que casa cada planeta emprega sua força, revela-se a área da sua vida que ganha vigor especial. Se, além do signo solar, você der um passo a mais e observar também as casas, o relevo da sua vida fica muito mais nítido.

As casas astrológicas são os doze palcos da vida em que a energia dos astros se manifesta, e a hora do nascimento é a chave para lê-las com precisão. Se tem curiosidade sobre o seu signo e o fluxo de hoje, confira você mesmo com o horóscopo.